Nos corredores da política local de Godofredo Viana, uma crítica tem ganhado força e repercussão: a percepção de que o prefeito Márcio Viana não governa com plena autonomia. Para muitos observadores e fontes de bastidores, decisões estratégicas da prefeitura estariam fortemente alinhadas — ou até condicionadas — à influência do grupo liderado por Tiago Mendes Mota.
A leitura política feita por opositores e setores da sociedade é clara: Márcio Viana seria mais um executor de vontades externas do que, de fato, o condutor independente da administração municipal.
Daí nasce o rótulo político — recorrente em rodas de debate — de “prefeito fantoche”, expressão dura, mas que traduz o sentimento de parte da população.
Segundo essas críticas, nomes ligados ao entorno de Tiago Mendes Mota teriam papel central na orientação administrativa, enquanto o prefeito apareceria mais como figura institucional do que como protagonista das decisões. Na prática, isso alimenta a desconfiança sobre quem realmente manda no município.
Esse tipo de cenário preocupa porque enfraquece a legitimidade do voto popular. A população elege um prefeito esperando liderança, presença e autonomia — não a submissão política a grupos ou padrinhos.
Quando o poder se concentra fora do gabinete oficial, a transparência fica comprometida e o debate democrático se esvazia.
É importante destacar que o embate faz parte do jogo político e que cabe à gestão municipal esclarecer, com fatos e ações, se o prefeito governa com independência ou se aceita a condição que seus críticos lhe atribuem.
Enquanto isso não ocorre de forma convincente, o discurso segue ecoando pelas ruas de Godofredo Viana: quem governa de verdade — o prefeito eleito ou quem está por trás das cortinas do poder?











