
O segundo mandato do prefeito de Sucupira do Riachão, que deveria ser de fortalecimento e entrega de resultados, vem se transformando em um período de crise política e administrativa. A debandada de aliados tem sido constante — alguns já pularam do barco, enquanto outros apenas aguardam o momento certo para oficializar o rompimento. O cenário é de isolamento político e perda de força, o que pode comprometer de forma irreversível o apoio ao prefeito nas eleições de 2026, especialmente na tentativa de emplacar seus candidatos a deputado.
Além das dificuldades políticas, a gestão enfrenta sérias críticas da população pela precariedade nos serviços públicos. A saúde, por exemplo, está em colapso: faltam médicos, medicamentos e estrutura básica para atender a comunidade. Na educação, professores se queixam da falta de valorização, salários defasados e ausência de investimentos em infraestrutura escolar, refletindo diretamente no desempenho dos alunos e na qualidade do ensino.
Diante desse quadro, cresce a sensação de abandono entre os moradores, que já não enxergam no prefeito a liderança e o compromisso que prometeram em campanhas anteriores. Caso o cenário não mude, a próxima eleição poderá trazer uma derrota acachapante ao grupo do prefeito, marcando o fim de um ciclo político que começou com esperança, mas que caminha para um encerramento melancólico.
