O prefeito de Aldeias Altas, Kedson Araújo, participou do grande evento de Natal promovido pelo Governo do Estado, realizado nesta semana. A celebração, que reuniu autoridades, lideranças políticas e milhares de famílias, marcou um momento de confraternização e união, fortalecendo ainda mais os laços entre os gestores municipais e o governo estadual.
Durante o evento, Kedson Araújo destacou-se pela participação ativa e pela proximidade com líderes estaduais, reforçando seu alinhamento político e compromisso com o desenvolvimento de Aldeias Altas. Além da agenda institucional, o prefeito aproveitou a oportunidade para demonstrar, mais uma vez, seu apoio consistente ao projeto político de Orleans Brandão, pré-candidato ao Governo do Maranhão.
Segundo aliados próximos, Kedson tem sido uma das lideranças municipais mais firmes na defesa da pré-candidatura de Orleans, acreditando no seu potencial de renovação política, capacidade de gestão e visão de futuro para o estado. O apoio do prefeito de Aldeias Altas se soma ao de diversos gestores que enxergam em Orleans uma liderança jovem, preparada e alinhada às demandas dos municípios.
A presença de Kedson no evento natalino reforça sua posição de destaque entre os prefeitos aliados e mostra que ele segue firme e forte ao lado de Orleans Brandão, contribuindo para ampliar o diálogo e fortalecer a construção de um projeto político sólido para as eleições de 2026.
A expectativa é que, nos próximos meses, Kedson continue participando de agendas estratégicas, consolidando ainda mais sua parceria com Orleans e com o Governo do Estado na busca por avanços para Aldeias Altas e toda a região.
O vereador Astro de Ogum divulgou um vídeo nas redes sociais, para rebater declarações do prefeito de São Luís, Eduardo Braide, que vem atribuindo à Câmara Municipal e ao governo do Estado um suposto complô para afastá-lo do cargo.
Astro de Ogum e Eduardo Braide
No pronunciamento, Astro de Ogum criticou a postura do prefeito e afirmou que a Câmara ainda não analisou o pedido de cassação protocolado no Legislativo.
O parlamentar também ressaltou que a denúncia não partiu de vereadores nem do governo estadual, mas de servidores da própria Prefeitura.
“Eu tô vendo esse espetáculo, né, feito aí por várias pessoas aí, né, o senhor prefeito. Senhor prefeito, eu só vou falar o seguinte, o senhor sabe muito bem que não tem nada a ver com o seu salário, essa questão que deram entrada lá na Câmara, né? Até porque foi funcionário da própria prefeitura que deu essa entrada, né? A Câmara ainda não analisou nada, eu não sou presidente de Câmara, apenas eu estou lá na CCJ, a Comissão de Justiça, certo? Nada foi analisado, problema de afastamento, tá?”, declarou.
O vereador explicou que o documento chegou à Câmara enquanto Aldir Júnior presidia a sessão e que, diante da gravidade do teor, a sessão foi suspensa para análise preliminar.
“Simplesmente o vereador Aldir estava presidindo a Câmara Municipal, eu estava lá presente, quando chegou esse documento. E na hora que esse documento chegou, gente, isso é coisa séria, suspende a sessão para analisar isso aí melhor, ver como é que é essa história, né?”, afirmou.
Segundo Astro, Braide tenta atribuir a parlamentares uma responsabilidade que não existe.
“O que é que tem a ver, alguém tem a ver com o seu salário? Se o senhor não quer seu salário, quem está lhe obrigando o senhor a ficar com o seu salário? E dói a parte do seu salário que o senhor não quer lá para uma instituição de caridade. O senhor não é obrigado a receber, então receba só o que o senhor quer. Afinal de contas, o pagador é o senhor. O senhor que paga. O senhor que é o ordenador de despesas. Então não tem esse negócio de o Câmara estar afastando, porque ninguém nem analisou nada, prefeito. O senhor está fazendo isso que o senhor está fazendo, culpando a C Municipal pela culpa que ela n tem”, completou.
Astro de Ogum também afirmou não se intimidar com críticas feitas por apoiadores do prefeito.
“Esse bombardeio não está me preocupando de nadinha, para mim não, sinceramente, para mim mesmo não, tá? Primeiro que eu não me elegi com voto desse seu pessoal, nem seu, né? Aonde eu estive fazendo campanha, eu fui atacado o tempo todo, pelo seu pessoal, pelo senhor, né? Então, meu voto não está aí, meu voto está com o povo de São Luís”, concluiu.
O CONTEXTO: a “fraude braidiana” e a origem do pedido de cassação
As declarações de Astro de Ogum ocorrem após a nova ofensiva do prefeito nas redes sociais, em que Braide tenta convencer a população de que está sendo vítima de um complô envolvendo a Câmara e o Palácio dos Leões.
O movimento levantado por aliados do prefeito — apelidado de “fraude braidiana” — tenta transformar um processo administrativo formal em embate político.
No vídeo publicado por Braide, ele afirma que o pedido de cassação teria sido motivado pela sua recusa em aceitar aumento salarial, sugerindo que vereadores e governo estadual estariam interessados em afastá-lo por causa disso.
A narrativa, porém, desmorona diante da origem real da denúncia. O pedido que deu início ao processo não foi feito por vereadores, nem por adversários políticos, mas por um procurador aposentado da própria Prefeitura de São Luís, que apontou indícios de irregularidades administrativas e condutas incompatíveis com a gestão pública.
À Câmara coube apenas cumprir o que determina a legislação: receber a denúncia e iniciar o rito formal previsto.
Braide, por outro lado, tenta transformar esse procedimento legal em disputa eleitoral antecipada e, ao mesmo tempo, se apresentar como gestor que “abre mão” do próprio salário.
Mas, conforme apontam críticos, o prefeito poderia simplesmente optar por não receber o reajuste — sem travar o aumento de outras categorias municipais.
O congelamento atinge servidores públicos que aguardam há anos uma recomposição salarial e cujas reivindicações são parte central do pedido de cassação.
O ministro do Esporte e deputado federal licenciado, André Fufuca (PP), vem consolidando sua posição como uma das maiores lideranças políticas do Maranhão e um dos nomes mais cotados para disputar o Senado Federal em 2026. Seu crescimento político é resultado direto de um trabalho estratégico, articulado e reconhecido tanto em Brasília quanto nos municípios maranhenses.
Atualmente, Fufuca reúne o apoio de aproximadamente 100 prefeitos, número expressivo que o coloca entre os políticos com maior influência regional no estado. Esse respaldo fortalece sua base municipalista e demonstra o nível de confiança que gestores locais depositam em sua liderança, articulação e capacidade de entregar resultados.
O ministro tem mantido uma agenda constante com prefeitos, lideranças comunitárias e parlamentares, estreitando relações e ampliando a presença política em diversas regiões do Maranhão. Sua atuação no Ministério do Esporte, marcada pela liberação de investimentos e programas esportivos, tem elevado ainda mais sua visibilidade e fortalecido o vínculo com gestores municipais.
Analistas políticos apontam que André Fufuca se tornou um dos nomes mais competitivos para o Senado por reunir qualidades essenciais para uma disputa majoritária: influência estadual, força partidária, trânsito nacional e capacidade de articulação. Além disso, sua habilidade em dialogar com diferentes segmentos políticos, inclusive adversários, o posiciona como uma figura de consenso em muitos cenários.
Caso confirme sua pré-candidatura, Fufuca deve entrar na disputa entre os favoritos, impulsionado por sua sólida base política, sua imagem de parlamentar atuante e o apoio consistente de aproximadamente 100 prefeitos — um número que pode crescer até o período eleitoral.
Com esse conjunto de fatores, André Fufuca se destaca como uma das figuras centrais do tabuleiro político maranhense e tende a ser um dos protagonistas nas eleições de 2026, consolidando sua trajetória rumo ao Senado Federal.
Assessor do Senado, Paulo Victor Souza recebe R$ 31,279,53 de salário no gabinete de Ana Paula Lotato.
Paulo Victor Souza, acusado de agredir violentamente a esposa, Camila Dias, conforme link no final deste post, é lotado no desde o início deste ano de 2025 no Gabinete da Senadora Ana Paula Lobato, no Senado Federal.
Ele ocupa o cargo comissionado de “assessor parlamentar” e o salário do funcionário público acusado de agressão contra a mulher é de nada menos que R$ 31.279,53 (trinta e um mil, duzentos e setenta e nove reais e cinquenta e três centavos).
Antes de “ganhar” o gordo cargo no Senado, Paulo Victor Souza era lotado em outro gabinete de político maranhense. Ele ocupava a função comissionada de “assessor parlamentar” no gabinete do deputado estadual Othelino Neto.
Conforme apuração do Blog do Domingos Costa, a mulher agredida é prima da Senadora Ana Paula e o espancamento ocorreu no sábado (29), dia do jogo entre Palmeiras e Flamengo, válido pela Final da Copa Libertadores.
Para além de um agressor recebendo alto salário no Senado, a Senadora Ana Paula também pratica nepotismo ao manter o marido de sua prima entre os funcionário comissionado de seu gabinete.
– Senadora Ana Paula tem dois projetos contra agressores de mulher
Curiosamente, a Senadora Ana Paula Lobato, prima da vítima, é autora de dois projetos de Lei no Senado Federal que trata sobre violência domestica e de gênero.
O Projeto de Lei (PL) 896/2023, da senadora Ana Paula Lobato, define misoginia como a conduta que manifeste ódio ou aversão às mulheres, baseada na crença da supremacia do gênero masculino.
O outro Projeto de Lei nº 1977/2024, também de autoria de Lobato, propõe mudanças no Código Civil para impedir que agressores se beneficiem financeiramente de suas vítimas em casos de violência doméstica ou familiar. A proposta busca romper o vínculo econômico entre vítima e agressor após a condenação judicial, impedindo o acesso à pensão alimentícia, partilha de bens, herança e seguros de vida.
A gestão do prefeito Mecinho (Republicanos) virou alvo de indignação após o Ministério Público receber denúncia de que a Prefeitura de São João Batista teria sido transformada em uma verdadeira empresa familiar S/A. Segundo a denúncia, ao menos seis parentes do prefeito ocupam cargos estratégicos, uma prática que afronta qualquer noção de moralidade pública.
A primeira-dama, o pai do prefeito, cunhada, primo, sobrinho e até o genro estariam distribuídos em secretarias e funções de comando, como Saúde, Infraestrutura, Administração e Articulação Política. Um arranjo que, na prática, concentra poder nas mãos de um único núcleo familiar e lança suspeita direta de uso da máquina pública para conveniência pessoal.
O promotor João Viana dos Passos Neto encaminhou o caso ao Tribunal de Contas do Estado, destacando o caráter grave das nomeações e a necessidade de apuração imediata. Para o MP, o cenário é incompatível com os princípios básicos que regem a administração pública e pode comprometer decisões e contratos da Prefeitura.
O prefeito de São Bento, Dino Penha, protagonizou uma cena tensa na manhã desta terça-feira (2) durante um protesto realizado na MA-014. Moradores bloquearam a rodovia cobrando respostas sobre a obra inacabada e aguardavam uma posição mais firme da gestão municipal.
Ao chegar ao local, o gestor tentou negociar a liberação da via, mas a situação rapidamente saiu do controle. Pressionado por populares que exigiam explicações, o prefeito se irritou ao perceber que estava sendo filmado. Em um ato que gerou forte indignação entre os manifestantes, Dino Penha tomou o celular das mãos de um morador que registrava o diálogo.
A atitude revoltou quem acompanhava o protesto e aumentou ainda mais o clima de insatisfação no município, que já enfrenta críticas pela lentidão na conclusão da obra.
O cenário político do Maranhão vive mais um capítulo de reviravoltas — e desta vez o protagonista é o deputado estadual Francisco Nagib. Depois de articular uma tentativa de impedir a reeleição de Iracema Vale à presidência da Assembleia Legislativa do Maranhão (ALEMA), e de adotar postura de oposição aberta contra o governo de Carlos Brandão, o filho do prefeito de Codó, Chiquinho do PT, surpreende ao anunciar seu retorno à base governista.
No fim de 2024, Nagib foi apontado como um dos protagonistas do movimento contra Iracema. Chegou a ingressar com ação judicial contra o Estado e a Assembleia, questionando os limites de emendas individuais — numa clara ofensiva à administração estadual. Na época, ele se posicionava como figura da oposição, mesmo sendo formalmente do mesmo partido de Brandão.
Além disso, o parlamentar chegou a disparar críticas públicas ao governo, inclusive por conta do controle sobre unidades de saúde em Codó — terra comandada por sua família. Esse histórico fez com que muitos na base governista o identificassem como traidor.
Mas agora, Nagib subiu à tribuna da ALEMA nesta terça-feira (2) e declarou: “volto à base do governador Carlos Brandão”, com a promessa de apoiar os “melhores projetos para o Estado” e contribuir para “o desenvolvimento do Maranhão”.
O gesto público de reaproximação foi interpretado por muitos como uma manobra estratégica de Nagib para recuperar espaço político e esconder os desentendimentos recentes. Mas a desconfiança permanece alta. Para parte da base de Brandão, o histórico de “trocas de lado” do deputado corrobora a visão de que sua lealdade tem prazo de validade e está condicionada a interesses pessoais.
Além disso, as acusações de “rachadinha” — práticas denunciadas de desvio de parte dos salários de assessores — ainda pairam sobre o deputado e tornam sua volta um risco potencial de desgaste para o governo.
A reaproximação pode fortalecer votações em favor de Brandão, mas também expõe fragilidade: para manter apoio, o governo agora precisa acomodar quem ontem tentava desconstruí-lo. Entre aliados, há quem defenda a trégua — e quem enxergue um “retorno estratégico”, pronto para virar novamente oposição se a maré mudar.
Em resumo: traições, manobras e a arte de mudar de lado
Francisco Nagib percorreu um caminho de ruptura com o governo de Carlos Brandão e com a presidência da ALEMA — liderou uma tentativa de derrubar Iracema Vale, bateu-boca judicial, votações contrárias e críticas públicas. Hoje, porém, ele tenta resgatar sua relevância com um retorno anunciado à base aliada.
Para muitos, o gesto tem cheiro de oportunismo: um parlamentar acostumado a flertar com a conveniência. A pergunta que continua no ar — e que poucos ousam responder — é: até quando essa “aliança” vai durar?
A Prefeitura de Coroatá voltou a ser alvo de críticas após divulgar a abertura de um pregão que prevê quase R$ 1 milhão apenas para ornamentação natalina. O valor expressivo chamou a atenção de moradores e lideranças locais, que questionam a prioridade da gestão diante das necessidades urgentes do município.
Enquanto o governo municipal planeja investir pesado em enfeites, a realidade de muitos bairros segue marcada pela falta de medicamentos, falta de estrutura e deficiências sérias na atenção básica à saúde. A sensação generalizada é de abandono, contrastando com o gasto milionário para uma decoração temporária.
A população se pergunta por que a administração enxerga a ornamentação como prioridade máxima quando o município enfrenta problemas que não cabem em uma lista: postos de saúde sem insumos, ruas em condições precárias, escolas precisando de manutenção e comunidades que esperam até hoje por serviços essenciais.
A decisão de destinar quase R$ 1 milhão para decoração natalina acendeu um debate sobre responsabilidade fiscal, prioridades administrativas e respeito às reais demandas da população coroataense. Para muitos, não se trata de ser contra o espírito natalino, mas de compreender que, antes de luzes e enfeites, Coroatá precisa de atenção, cuidado e responsabilidade com o dinheiro público.
Moradores cobram transparência, revisão das prioridades e uma resposta clara da gestão: Por que investir tanto em enfeites quando falta o básico para a população?
A ação da Equatorial e da Polícia Civil realizada hoje no posto de Raimundinho da NB só confirma aquilo que muita gente já cochichava nas esquinas: tem coisa aí que não fecha.
E quando um negócio vira alvo de fiscalização desse porte, não é por acaso.
Chega dessa história de “empresário de sucesso”. Sucesso de verdade se constrói com trabalho — não com sombra, privilégio e benefício que ninguém explica.
A população está cansada de ver certos “empreendedores” crescendo rápido demais, enquanto todo mundo sabe que tem algo estranho por trás.
O povo exige respostas.
Exige transparência.
Exige que tudo seja investigado até o último fio.
Se tiver irregularidade, que venha à tona.
Se tiver esquema, que seja desmontado.
E se tiver alguém se achando intocável, que descubra que os tempos mudaram.
A Prefeitura de Axixá, no Maranhão, está no centro de uma nova controvérsia após a revelação de que a gestão municipal gastou quase R$ 1 milhão na compra de livros didáticos que já eram fornecidos gratuitamente pelo Governo Federal por meio do Programa Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD).
A aquisição foi firmada sem licitação, utilizando o instrumento de inexigibilidade — modalidade que só pode ser aplicada quando não há possibilidade de competição. O contrato foi celebrado com uma fornecedora que alegava exclusividade na distribuição do material.
No entanto, informações públicas do PNLD indicam que os livros adquiridos já eram destinados anualmente às escolas da rede municipal de Axixá, sem qualquer custo ao município. Isso significa que a compra pode representar despesa desnecessária, levantando dúvidas sobre a justificativa de inviabilidade de competição.
Além disso, o caso reacende discussões sobre um possível padrão que vem sendo observado em outras cidades do estado, onde gestões municipais também recorreram a contratos diretos para adquirir material que integra a distribuição gratuita do FNDE.
O episódio tem gerado repercussão entre servidores, especialistas e moradores, que cobram transparência e esclarecimentos sobre os critérios adotados para a contratação e sobre a real necessidade do gasto.
Órgãos de controle devem analisar o contrato para verificar se houve irregularidades, sobrepreço ou eventual duplicidade de aquisição.
O caso segue em apuração, e a expectativa é de que a prefeitura se manifeste oficialmente sobre o assunto nos próximos dias.